segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

PRIMEIRO DIA DE AULA


ALGUMAS SUGESTÕES DE ATIVIDADE PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA

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ÁRVORE DOS SONHOS

Representar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?

Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.

Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar.



DA CONFUSÃO À ORDEM

Estas atividades são ideais para que a criança perceba a necessidade da organização para o bom desempenho das atividades. O professor pode, a partir da fala das crianças, levantar algumas regras para a organização em sala de aula.

Pedir para que as crianças, todas ao mesmo tempo, cantarem uma música para o seu companheiro do lado (esta atividade gerará um caos); depois pedir a um aluno que cante a música dela para a classe. As crianças perceberão como o caos é desagradável e como a ordem tem um sentido. O professor poderá levantar com as crianças outras situações vividas onde a organização é essencial.



O LAGO DE LEITE

(Despertar no aluno o prazer do trabalho em conjunto e a importância da ação individual na contribuição com o todo.

O professor poderá falar um pouco sobre o trabalho na série, para que as crianças entendam a importância do envolvimento de todos para a realização do mesmo).

Em um certo lugar no Oriente, um rei resolveu criar um lago diferente para as pessoas do seu povoado. Ele quis criar um lago de leite, então pediu para que cada um dos residentes do local levassem apenas 1 copo de leite; com a cooperação de todos, o lago seria preenchido. O rei muito entusiasmado esperou até a manhã seguinte para ver o seu lago de leite. Mas, tal foi sua surpresa no outro dia, quando viu o lago cheio de água e não de leite. Em seguida, o rei consultou o seu conselheiro que o informou que as pessoas do povoado tiveram o mesmo pensamento: "No meio de tantos copos de leite se só o meu for de água ninguém vai notar..."

Questionar com as crianças: Que valor faltou para que a idéia do rei se completasse?

Após a discussão, seria interessante que os alunos construíssem algo juntos, como por exemplo: o painel da sala. A sala pode ser decorada com im recorte que, depois de picotado, forma várias pessoas de mãos dadas, como uma corrente.

ANJINHA DE EVA

Modelo de anjinho de eva
Olha que graça essa anjinha feita com eva. Que tal fazer para o natal?






Modelos de lembrancinhas para o Natal
Pessoal fiz estes modelos de lembrancinhas com eva para o Natal. Gostaram?








Papai noel em eva
Materiais:
01 folha de EVA Kreateva 45x60 Linha Grafiatto na cor Branca
02 folhas (de cada cor) de EVA Kreateva 45x60 Linha Grafiatto nas cores Vermelho / Verde
01 folha de EVA Kreateva 45x60 Linha Estampado com Bolinhas na cor Vermelha
01 folha de EVA Kreateva 45x60 Linha Estampado com Gliter fundo branco de Florzinha
01 folha de EVA Kreateva 45x60 Linha Cor na cor Pele
02 folhas de EVA Kreateva 45x60 Linha Cor na cor Preto
01 Kit 10 x 10 Kreateva
EVA Confete Kreateva ( EVA picado )
Tesoura Toke e Crie
Lápis Comum
Cola Bond it Brascola
Marcador Perm. Preto Toke e Crie
Lápis Aquarelável
Tinta Squiz Relevo com Gliter Dourado da Glitter
Passo a passo:
Passe os moldes para as respectivas folhas de EVA nas cores descritas acima;
Recorte, pinte e monte o Papai Noel conforme a imagem acima;
Para a montagem da base recorte uma folha de EVA Grafiatto Verde ao meio e cole as duas partes deixando uma abertura para a colocação do preenchimento;
Para a montagem do saco recorte a folha de EVA Estampado de Bolinhas Vermelho 45 x 60 ao meio e faça como a base. Una as duas partes e deixe uma lateral menor aberta;
Preencha a base com o EVA Kreateva Confete;
Monte os presentinhos com o Kit 10 x 10 Kreateva;
Cole a parte aberta e cole as partes que faltam sobre a base.

Molde

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Meu Livrinho de Formatura














Roteiro para formatura do ensino infantil


Roteiro para formatura do ensino infantil.




Mensagem de abertura.



Entrada dos formandos.



Entrada das bandeiras com o hino nacional.(opcional)



Apresentação do coral infantil.



Homenagem aos funcionários.




" Nossa homenagem e a nossa gratidão a todos os que, pela amizade, carinho e respeito, ou pelo simples convívio ao longo dos anos a nós se uniram e contribuíram para que nossa conquista se realizasse."





(Nome de todos os funcionários da escola.)





6. Homenagem ao corpo docente.





" Nossa homenagem aos mestres que nos transmitiram seus conhecimentos e experiências profissionais com dedicação e carinho, ganhando de nós amizade e profundo respeito."





(Nome de todos do corpo docente)





7. Homenagem ao paraninfo da turma.





" Deste dia, somente restarão recordações distantes, porém vivas em nossa memória. Cada palavra que nos foi dita será estímulo para nossa vitória."


(Palavra do paraninfo)



8. Apresentação do coral.



9. Juramento.



Eu prometo

na hora de brincar, brincar.

na hora de estudar, estudar.

E estudando ou brincando só o que é bom aprender.

Prometo ser grato e justo. respeitar os meus pais e a minha pátria, respeitar e servir.

Prometo ainda, ao menino Deus, sempre sua ajuda pedir.



10. Entrega dos diplomas.



11. Agradecimento a Deus.



"Sempre estivestes ao meu lado. Nas minhas quedas, nas minhas fraquezas, nas minhas alegrias e tristezas.

Sei que estás aqui ao meu lado.

Obrigado por ste presente que agora nos ofereces. obrigado por tudo o quanto vi, escutei e aprendi.

obrigado pela graça, obrigado pela vida.

Muito obrigado!



12. Apresentação do coral.

13. Encerramento.

Projeto : Recreio do Arco da Velha

Projeto : Recreio do Arco da Velha

OBJETIVO:

• Recuperar, com as crianças, brincadeiras criativas e divertidas.

A recreação está para o homem (para seu corpo, alma e mente), assim como o alimento está para o seu organismo. Os jogos tonificam a alma, dão saúde física, promovem a auto-expressão, a alegria de viver.

A proposta é resgatar a história de nosso país, mergulhando na magia dos brinquedos e brincadeiras de antigamente. Essa viagem, certamente, trará momentos agradáveis de diversão e de alegria.

.
Vamos brincar?

O Projeto veio através da necessidade de melhorar o nosso recreio, pois aconteciam vários problemas ,como brigas e atitudes de desrespeito com o colegas. As brincadeiras de algumas crianças durante o recreio as vezes eram mal interpretada por outras crianças que se sentia agredida e acabavam reivindicando .

A partir do desentendimento surgido no recreio, professoras e alunos conversaram, em roda, sobre alguns valores como alteridade e respeito. Em seguida, iniciou-se o debate.

__ O que é brincar?

__ É fazer uma coisa legal.

__ É divertir com os amigos e colegas.

__ Não! Você também pode brincar com quem não é seu colega.

__ É o que a gente faz na hora do recreio.

A professora sondou qual era a principal característica, a principal “marca” de uma brincadeira:

__ Todo mundo ajuda a escolher.

__ Você brinca junto com os colegas, com outras crianças.

__ Não, eu já brinquei de amarelinha sozinha.

__ É, mas é mais legal quando alguém brinca com a gente.

A discussão continuou calorosa até que concordaram:

__ Quando estamos brincando ficamos mais felizes.

__ Brincar é muito legal!

A professora interferiu questionando:

__ Se brincar é tão legal, por que um dos colegas, hoje, voltou aborrecido do recreio?

E ele respondeu:

__ Porque foi uma brincadeira de mau gosto.

A professora retomou a direção do debate e propôs às crianças que citassem algumas brincadeiras já conhecidas por elas. À medida que falavam, a professora repetia o nome, escrevendo-o no quadro.

Pode-se perceber que o repertório de brincadeiras que as crianças apresentavam era bastante pobre, o que, provavelmente, levava-as a imitar personagens agressivas da TV. Através desses debate os professores se reuniram e montaram uma lista de brincadeiras antigas para serem trabalhadas no recreio.
A seguir, serão transcritas algumas brincadeiras trabalhadas durante o recreio em nossa escola:

Estátua

Em roda, os participantes vão cantando de mãos dadas:
“A casinha da vovó,

cercadinha de cipó,

o café tá demorando,

com certeza não tem pó!

Brasil! 2000!

Quem mexer saiu!”

Todos viram estátua e não vale rir, nem piscar, nem mexer, nem coçar!

Batata Quente

Não tem time. Passamos a bola, ou outro objeto, para um colega enquanto todos cantam:

__ Batata que passa quente, batata que já passou, quem ficar com a batata, coitadinho se queimou!

Quem estiver com a bola quando for dito “queimou” , sai da roda.

Tico-tico fuzilado

Cada criança terá uma latinha. De um lado, ficarão as crianças, uma ao lado da outra. Do outro, as latinhas. Cada criança deverá jogar a bolinha (de tênis ou de meia), tentando acertar uma das latinhas enfileiradas. O dono daquela que for atingida, deverá pegá-la antes que os outros participantes joguem a bola novamente. Se ele não conseguir, será “fuzilado”: fica de pé e escolhe um lugar do seu corpo para que o colega jogue a bolinha e acerte o local escolhido. Quem for “fuzilado” três vezes sai da brincadeira.

Pique estátua

Escolher uma pessoa para ser o pegador. Todas as outras crianças começam a correr. Se o pegador encostar em alguma criança, ela vira estátua. Outro colega terá que encostar nela para salvá-la e, aí, ela poderá correr novamente.

Jogo dos pontinhos

Em uma folha toda pontilhada, você deve ligar um ponto ao outro com linhas, até formar um quadrado. Um jogador de cada vez. Ganha quem conseguir fechar mais quadrados.

Elefantinho colorido

As pessoas ficam em roda. Um menino ou menina fala:

__ Elefante colorido!

Os outros perguntam:

__ De que cor ele é?

A criança escolhe uma cor e as pessoas têm que tocar em alguma coisa que tenha essa cor. Se alguém não achar a cor, o “elefantinho” pode pegá-lo.

Mãe da rua

Uma pessoa fica no meio. As outras ficam dos lados. Elas têm de atravessar a rua correndo para a mãe da rua não pegá-los. Se ela pegar uma criança, esta vira a mãe da rua, e vai começar tudo de novo.

Cinco Marias

São cinco saquinhos cheios de areia ou cinco pedrinhas. Jogar um saquinho para cima e tentar pegar aqueles que estão no chão antes que o saquinho jogado para cima caia. Você pode criar etapas e ir vencendo-as, como na amarelinha.

Carrinho de mão

São dois times. Marcar uma linha de saída e outra de chegada. O carrinho é formado por um par de crianças. A da frente põe as mãos no chão e a de trás segura os pés da primeira. Andando com as mãos no chão, ela tentará chegar primeiro até a linha marcada.


Peixinho e tubarão

São dois times – um de peixinhos, outro de tubarões. Quando tocar uma música ou apito baixinho, os peixinhos saem para passear. Quando a música for forte, os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo para sua casa. O peixinho que for pego por um tubarão vira tubarão também.

Pare-bola

Nós pegamos uma bola, fazemos uma roda e passamos a bola uns para os outros. Quando alguém deixar a bola cair, todos deverão correr. Quem deixou cair, pega a bola e grita:

__ Parebola!

Com a bola na mão, ela poderá dar, no máximo, três passos. Quando terminar de andar, terá que parar e tentar “queimar” um dos jogadores – se ele não agarrar a bola estará queimado.

Vamos formar grupos?

As crianças, em roda, vão girando e cantando. A um sinal – apito ou palma – a professora mostra um cartão com um número e elas terão que se organizar em grupos. Vamos supor que a professora mostrou o número 7. Aí, todos têm que se juntar em grupos de 7 e depois voltar para a roda.

Rouba-bandeira

São dois times. Cada um tem um campo e uma bandeira em seu grupo. O objetivo do jogo é roubar a bandeira do outro time, sem ser pego. Se você for pego no campo do adversário, fica “colado” até outro jogador da sua equipe te “descolar”. Ganha o time que conseguir roubar a bandeira primeiro.

Jogo dos 5

Separe as cartas do baralho do ás até o 5. Embaralhe bem as cartas. Cada jogador ganhará três cartas e as restantes ficarão no monte da mesa. O jogo rodará no sentido anti-horário. A cada vez que jogar, você deverá pegar uma carta no monte e tentar fazer com elas sempre um total de 5. Vence o jogador que conseguir formar um número maior de grupos de 5. Vale inventar o jogo do 6, do 7, do 8, do 9 e do 10. É só ir acrescentando mais cartas.

Ceguinho

Uma criança fica no centro da roda com os olhos fechados. A roda gira, com todos cantando “Pai Francisco”. Quando o “ceguinho” bater palmas, todos param e ele caminha para a frente até tocar em algum colega e descobrir em quem tocou. Senhor caçador

Os participantes sentam-se em roda e um deles será o caçador, que ficará com os olhos vendados. Os outros cantam:

“Senhor caçador,

preste bem atenção!

Não vá se enganar,

Quando o galo cantar!

Canta, galo!”

Um dos participantes da roda imitará a voz do galo e o caçador terá que descobrir quem é o galo.

Coelhinho sai da toca

Não tem time. Desenha-se no chão uma toca a menos que a quantidade de participantes. Cada coelho ficará dentro de uma toca, exceto um. O sem-toca dará os comandos:

__ O coelhinho vai escovar os dentes (não vale sair da toca, porque escovamos os dentes dentro de casa).

__ Coelhinho vai comprar pão (tem que trocar de toca).

O coelho sem toca vai tentar ocupar uma toca vazia e o dono dela ficará sem toca.

E ainda...

Brinquedos foram confeccionados pelas crianças, na maioria das vezes utilizando materiais da natureza ou sucatas. Serviram para a brincadeira individual, como a pipa e as rodas (pneus velhos que são rolados pela rua). Mas isto não aconteceu com as bolas de meia confeccionadas. As crianças trouxeram meias velhas e, divididas em grupo, confeccionaram as bolas de meia usando muita força e muita cooperação. Elas foram usadas no recreio divertindo por todas as crianças da nossa escola, de uma forma bastante entrosada.

Cada criança escolheu também um brinquedo que tinha em casa, do qual, apesar de completo, não gostava mais. Então, fizemos um bazar para recardar fundos para escola.

Avaliando

As professoras avaliaram este trabalho de forma muito positiva. Foi possível ver essas brincadeiras acontecerem de forma espontânea, no recreio, envolvendo um grande número de crianças. Nesses momentos, elas mostram-se mais tranqüilas e alegres, entrosando-se também, com as crianças maiores. Perceberam, no entanto, que alguns passos foram dados no escuro e fizeram algumas observações:

Iniciar o dia com este trabalho deixava as crianças eufóricas e era difícil retomar a concentração necessária para outras atividades. O ideal seria terminar o dia com ele.
Definir o tempo com mais exatidão. Apesar de defini-lo inicialmente, vendo a empolgação e o envolvimento das crianças, não queria interromper. Percebo hoje que esta firmeza, apesar de aborrecê-las bastante, define regras e direciona melhor o trabalho.
Questiono o ritmo do trabalho no seu período inicial; um menor número de atividades mimeografadas possibilitaria mais momentos de brincadeiras, favorecendo a participação dos mais tímidos e acalmando os mais agitados.

Formatura 2008 (sugestão)


Formatura 2008 (sugestão)
Formatura da Alfabetização

ABERTURA:
Sejam todos bem-vindos. Com alegria nos reunimos para celebrar a FORMATURA de nossos doutores do FORMANDOS 2008 do Centro Mul de Educação Infantil

FUNDO MUSICAL: EMOÇÕES (Roberto Carlos)

Apresentador:

Vamos chamar agora os participantes que vão compor a nossa mesa:


♥ A diretora do Colégio ___________________.

♥As professoras homenageadas: ________________
Apresentador:

Agora vamos chamar as estrelas da nossa festa:
Turma: Amigos para sempre.(chamar de um em um, a medida que vai chamando a criança vai sendo levado ao seu lugar e o apresentador fala, por exemplo:

1- O maior sonho de Antônio é ganhar um computador.

2-O seu melhor momento é quando seu pai sai para passear com ele.

3-O que lhe deixa triste é quando ver violência.

4-Uma pessoa muito especial para ele é sua mãe.

5- A sua brincadeira preferida é jogar bola.
6- Quando crescer ele quer ser bombeiro.
7- Sua mensagem especial é para seu pai:" Papai, você é meu herói."

OBS: Fazer as perguntas aos alunos com muita antecedência.

Apresentador:

A criança é fonte de amor.
Amor a este chão, amor ao Brasil e para que este Brasil seja alegre, verdadeiro, justo e uma nação poderosa faz-se necessário que saibamos semear nos corações das crianças essa semente especial que é o amor.
E demonstrando o nosso amor pelo Brasil, convidamos para de pé cantarmos o Hino Nacional Brasileiro.

Música: Hino Nacional Brasileiro (os alunos ficam de pé e posiciona a mão direita no coração)
Apresentador:

AMIGO É...

Um anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.

É aquele que compartilha nossas alegrias.
É aquele que nos aceita, não pelo que temos mas pelo que somos!

Amigo verdadeiro é anjo, é paz, é tudo!

Concluintes 2008 com a abertura AMIGO.
Música: Amigo (Diante do Trono)

Coloca Fundo Musical: Coração de Estudante ( enquanto as professoras coloca as becas nos doutores)

Apresentador:

A oração de uma criança pode muito nos seus efeitos.
O formando __________________ ora agradecendo a Deus.

Oração: ______________________

Apresentador:

Agora, as princesinhas do CEMEIA irão apresentar a música aos Olhos do Pai (só as meninas, formando pares)
Música: Aos olhos do Pai (Diante do Trono)

Apresentador:
Convido a oradora da turma ___________________ para a mensagem de carinho e reconhecimento.
Apresentador:

Sei que sou criança, mas com brinquedos, livros e cadernos, aprendi a ler, escrever, somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar a Paz e dividir o amor e com o nosso amor, juntos, formamos o _________________________(nome da escola)

Música: Eu aprendi a ler e escrever.
Convido os pais para a entrega dos anéis.
Fundo Musical: O Caderno

Obs. Vai chamando o nome dos alunos e o responsável vem a frente para entregar o anel.
JURAMENTO

APRESENTADOR:
Convido a formanda __________________ para comandar o juramento.

Juramento: (fazer o juramento à gosto)

Apresentador:

Agora a turma AMIGOS PARA SEMPRE vai apresentar as cores dos amigos.

Cantar a música ARCO-IRIS de Xuxa.

Música: Arco-Iris (Xuxa)

Apresentador:

Convido a professora ________________ para fazer a entrega dos diplomas aos formandos.

Fundo Musical: Aquarela
Apresentador:
Convido a todos para com muito entusiasmo cantarmos Parabéns para os formandos.

Fundo Musical: Aquarela

OBS. Tirar as becas dos alunos.
Entregar as Guitarras(meninos) e óculos (meninos e meninas).

Música: O que eu vou ser quando crescer ( Mara Maravilha)

MOMENTO DE GRATIDÃO

APRESENTADOR
Iniciaremos agora o momento da gratidão.
Agradecer às pessoas que se empenharam ativamente no processo educativo dos formandos aqui presentes: seus pais e suas professoras.

Convido as mães para virem aqui à frente receber uma homenagem de seus filhos.

OBS. Esperar as mães chegarem à frente, elas vão se sentar nas cadeiras dos filhos e eles ficam na frente delas.

Quando terminar a música eles se sentam no colo da mãe.

Apresentador:

O aluno ______________________ tem a oportunidade para sua palavra de gratidão.

Palavra de gratidão: (À ESCOLHA)

Música: Mamãe, eu amo você.

Apresentador:

Agora, convido os pais para virem aqui à frente receber uma homenagem de seus filhos.Os pais ficam em pé e os filhos ficam na frente deles, quando terminar a música os filhos abraçam os pais.

Música: Papai, meu herói.

AGRADECIMENTOS

APRESENTADOR:

O aluno ______________ tem a oportunidade para agradecer à tia _____________________ em nome da turma.

Agradecimento: ___________________________
Música: Amiga Professora
Apresentador:
Convido o aluno _________________ para deixar uma Mensagem de Natal para todos
Mensagem de Natal: (À ESCOLHA)
Música: Feliz Natal
Apresentador: Vamos dar início ao baile de formatura.

Música: Valsa

O apresentador chama os alunos para irem até ao centro do salão, dança um pouco e entrega ao responsável que deve está no local para continuar a dançar e assim sucessivamente.

Apresentador:

Finalizamos a solenidade da formatura em ABC.

Desejamos aos formandos muito sucesso nas suas vidas.

Que a força da vida presente em todo o universo brilhe em vocês!

A todos que fazem parte da Família ______________(diz o nome da escola) um Feliz Natal, muita paz e esperança no novo ano que se inicia, sem medo de ser feliz!

Música: Colocar um CD bem alegre.

FORMATURA DO CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL III - Tema: A criação



FORMATURA DO CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL III - Tema: A criação

CERIMONIAL - Abertura: Boa Noite a todos !!!
E com imensa alegria que nós do Centro Mul . de Educação Infantil III damos inicio a solenidade dos concluintes do ANO DE 2009, convidando os nossos amigos da escola que farão parte desse momento. Para compor a mesa convido:
(musica Instrumental)
Diretora:
Amigos da escola:

CERIMONIAL - E para abrilhantar essa noite eu tenho a honra de convidar as perolas que fazem parte da escola, pois sem elas essa formatura não seria possível. Nosso amados alunos:
(Musica Instrumental)
( nome dos alunos)


CERIMONIAL – Elas também não poderia ficar de fora ... As nossas guerreiras que com muito amor e dedicação ajudaram as nossas perolas a se tornarem grandes para os olhos do mundo. Elas que sempre com muita paciência e selo transformaram a vida de nossas crianças, abrindo seus olhos e mente para mundo de letras e palavras. Entram agora em cena nossas professoras:
_______________________________
_______________________________
_______________________________

CERIMONIAL – A criança é fonte de amor.
Amor a este chão, amor ao Brasil e para que este Brasil seja alegre, verdadeiro, justo e uma nação poderosa faz-se necessário que saibamos semear nos corações das crianças essa semente especial que é o amor.
E demonstrando o nosso amor pelo Brasil, convidamos para de pé cantarmos o Hino Nacional Brasileiro.


CERIMONIAL –Ainda de pé vamos orar.

CERIMONIAL - Abertura: Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.
Porque será que Deus se sentiu assim? Dizendo: Tá bommmmmm!!!! Deus disse isso, depois de preparar o nosso planeta em seis dias, deixando-o bem arrumadinho... ah... no sétimo ele descansou. Quando Deus terminou tudo... Olhou para o nosso planetinha e olhe só o que aconteceu:
Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Puxa!!! Deus gostou mesmo disso tudo que Ele criou. Ele ficou muito feliz.
Mas...vamos ver como tudo começou??
Coreografia do alunos - A criação
Musica – Alunos cantam a cor da criação


CERIMONIAL – ( Mensagem para homenagear os professores)
Musica – Alunos cantam Ao Mestre com Carinho



CERIMONIAL – Iniciaremos agora o momento da gratidão.
Agradecer às pessoas que se empenharam ativamente no processo educativo dos formandos aqui presentes: Deus, seus pais e suas professoras.
Convido as alunas : __________________________________________________
Terão a oportunidade para suas palavras de gratidão.

CERIMONIAL – Convido a oradora da turma __________ para a mensagem de carinho e reconhecimento.

CERIMONIAL – Esse Momento será dedicado a entrega dos diplomas
Convido o Aluno ( ....) e seus pais para entrega do Diploma

CERIMONIAL – Convido o Aluno _____________ para comandar o juramento
Dramatização Professora ____________ ( A criação)
Musica : A Cor da Criação
Agradecimento : Diretora
Oração Final :

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Musica Para Formatura

Músicas para Formatura
Tem uma comunidade no orkut que utilizo muuuuuuito.

É a comunidade da Hilary, Música para crianças, lá tem um link onde ela disponibilizou mais de 25 músicas com o tema FORMATURA.

Para quem ainda não conseguiu a música para a formatura... poderá se deliciar com tanta coisa maravilhosa que tem por aqui.

http://www.4shared.com/dir/5979672/3c04c2f/Formatura_Pre-Escola_-_by_HILARY.html

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Desfile do Dia da Criança





A Diretora Gislene e a Coordenadora Dulcy , como sempre ativas e vibrantes com a função que exercem e muito mais porque o trabalho envolve a educação na área infantil, coisa que elas dominam com muita capacidade e determinação. O quadro de professores da escola, devidamente qualificados e com a mesma vontade e sabedoria, desempenham igualmente o papel de educadores com idêntica habilidade.
Aliás, quando se trata destes núcleos infantis, com os demais SEMEI não é diferente, como se percebe nos CEMEIs I e II, ambos desenvolve a educação infantil com muita qualidade. A escola particular Turma da Mônica, foi parceira do SEMEI neste desfile que qualica as duas escolas como competentes na arte de educar. Parabéns a estes professores e professoras, parabéns pela inteligente parceria das duas escolas, que apesar das dificuldades, já que não recebem nenhum provento como ajuda para o desenvolvimento da escola, não é o caso das escolas particulares que contam com as mensalidades dos pais e que também, na maioria das vezes se valem da força extra de amigos da escola e comerciantes locais, e por isso, conseguem organizar eventos de grande proveito para o aprendizado dos seus alunos.






quarta-feira, 23 de setembro de 2009

DIA DA CRIANÇA


Projeto Brincadeiras Divertidas
No mês dedicado às crianças, que tal resgatar brincadeiras que fizeram feliz uma outra geração e trabalhar todas as possibilidades que elas oferecem, inclusive a de proporcionar momentos de entrosamento no ambiente escolar?

OBJETIVO:

• Recuperar, com as crianças, brincadeiras criativas e divertidas.

A recreação está para o homem (para seu corpo, alma e mente), assim como o alimento está para o seu organismo. Os jogos tonificam a alma, dão saúde física, promovem a auto-expressão, a alegria de viver.

A proposta é resgatar a história de nosso país, mergulhando na magia dos brinquedos e brincadeiras de antigamente. Essa viagem, certamente, trará momentos agradáveis de diversão e de alegria.

As crianças têm curiosidade em saber como as de outros países se divertem, quais são os seus brinquedos. Por isso é interessante fazer um trabalho de pesquisa para descobrir a origem de alguns brinquedos e brincadeiras. Assim, ficarão sabendo que, conforme a região, os brinquedos e brincadeiras recebem nomes e formas diferentes.

Jussimara Dias Rodrigues (professora de Ensino Fundamental em Belo Horizonte – MG) desenvolveu um projeto o qual considera a visão humanista de educação e a preocupação com a passagem da criança recém-saída da Educação Infantil para o Ensino Fundamental da forma mais tranqüila e lúdica possível. Houve, ainda, o propósito de formar uma turma mais coesa, já que o grupo tinha um número significativo de crianças novatas.







Seguem algumas descobertas feitas:




Vamos brincar?

O detonador do projeto foi uma briga acontecida no segundo dia de aula, devido a uma brincadeira criada pelos alunos. A atitude de um deles foi mal interpretada por outro que se sentiu agredido e revidou.

A partir do desentendimento surgido no recreio, professora e alunos conversaram, em roda, sobre alguns valores como alteridade e respeito. Em seguida, iniciou-se o debate.

__ O que é brincar?

__ É fazer uma coisa legal.

__ É divertir com os amigos e colegas.

__ Não! Você também pode brincar com quem não é seu colega.

__ É o que a gente faz na hora do recreio.



A professora sondou qual era a principal característica, a principal “marca” de uma brincadeira:

__ Todo mundo ajuda a escolher.

__ Você brinca junto com os colegas, com outras crianças.

__ Não, eu já brinquei de amarelinha sozinha.

__ É, mas é mais legal quando alguém brinca com a gente.

A discussão continuou calorosa até que concordaram:

__ Quando estamos brincando ficamos mais felizes.

__ Brincar é muito legal!

A professora interferiu questionando:

__ Se brincar é tão legal, por que um dos colegas, hoje, voltou aborrecido do recreio?

E ele respondeu:

__ Porque foi uma brincadeira de mau gosto.

A professora retomou a direção do debate e propôs às crianças que citassem algumas brincadeiras já conhecidas por elas. À medida que falavam, a professora repetia o nome, escrevendo-o no quadro.

Pode-se perceber que o repertório de brincadeiras que as crianças apresentavam era bastante pobre, o que, provavelmente, levava-as a imitar personagens agressivas da TV.

Como atividade do para casa, foi entregue uma folha de bloco a cada uma delas e pedido que escrevessem em cada lado os títulos:

esenho (onde seria feito um desenho que identificasse aquela brincadeira);
regra (onde seria escrito como se faz para brincar).
No dia seguinte, as crianças levaram o trabalho. A professora pediu que cada uma fosse à frente para apresentá-lo. Os colegas tentariam, pelo desenho, identificar qual era a brincadeira escolhida. A intenção da professora era buscar mais representação nos desenhos. Em sua grande maioria, a brincadeira levada foi o futebol. Pode-se perceber também uma dificuldade das crianças em executarem a proposta. Algumas listaram cinco brincadeiras e não escreveram regras, outras apenas desenharam, outras nada fizeram.

Nesse momento, a professora começou a questionar a respeito da diferença entre brincadeira e jogo. Elas percebiam que havia diferenças, mas não conseguiam
identificá-las. Foi, então, que a professora começou a desafiá-las, perguntando:





__ Pique é jogo ou brincadeira?

__ Futebol é jogo ou brincadeira?

__ Queimada é jogo ou brincadeira?

__ Maria-viola é jogo ou brincadeira?

__ Alfândega é jogo ou brincadeira?

A partir daí, surgiram as seguintes hipóteses:

__ Se você errar no jogo, você sai.

__ Não, só leva falta.

__ É, mas se tiver dois cartões amarelos e fizer outra falta, aí sai.

__ E no jogo tem time, técnico, reserva.

Algumas crianças voltavam-se para o futebol como generalização de brincadeira. Outras já buscavam uma maneira de definir o que era jogo e o que era brincadeira. Ao final do debate, elas concluíram:

__ Jogo tem regra e é só desse jeito que vale. Na brincadeira, você pode combinar com seu amigo um jeito diferente de brincar. Mas tem que combinar.

Professora e alunos elegeram algumas brincadeiras conhecidas pela maioria da turma e, em grupo, as crianças ilustraram e escreveram como se faz para brincar. Esse momento de trabalho em grupo (o primeiro acontecido na turma) possibilitou que a professora percebesse a participação, a capacidade de liderança, a desenvoltura, enfim, as habilidades e dificuldades de cada criança.

Houve também o desafio da escrita de uma regra que deveria ser lida por outra criança e compreendida para ser jogada. Essa etapa ofereceu um momento de troca riquíssimo: na medida em que um colega falava a regra, outro escutava e elaborava a melhor forma de escrevê-la.

Como era objetivo montar um fichário de brincadeiras, em trios, as regras foram digitadas nas aulas de informática. Nas primeiras aulas, muitos trabalhos perderam-se por não terem sido salvos, outros não eram concluídos e alguns trios não conseguiram se organizar para iniciar o trabalho.

A professora propôs várias atividades para casa e em sala, para incentivar a busca de informações sobre outras brincadeiras. A internet foi um recurso usado para pesquisar, no site www.mundocriança.com.br as crianças descobriram, também, outros nomes para brincadeiras já conhecidas. As novas regras foram digitadas e incorporadas ao fichário.

Ao final de cada aula a professora avaliava o que foi positivo e o que precisava ser mudado. A grande variedade de recursos do computador (tamanho e tipo de letra, por exemplo), aliada à facilidade das crianças em lidar com eles, às vezes dificultava o trabalho: a cada descoberta, elas se entusiasmavam e queriam mostrar aos colegas suas conquistas, o que transformava o ambiente da sala mum lugar tumultuado, mas de muita troca.

A cada dia, era sorteada uma brincadeira para ser curtida no recreio. No início do trabalho, todo o tempo determinado para a brincadeira era tomado por discussões, porque cada um conhecia a regra de um jeito e o exercício de ouvir o colega e ceder ainda era muito difícil. No decorrer da atividade, as colocações já eram feitas de forma mais tranqüila, favorecendo o desenvolvimento da brincadeira dentro do tempo proposto. Foi um sucesso!

Outro objetivo era que as crianças levassem esse trabalho como lembrança da 1ª série. Por isso, a professora sugeriu que, além do fichário, fosse confeccionado um livro de jogos e brincadeiras.

Foi convidada a mãe de um aluno que é editora de livros, para esclarecer dúvidas e mostrar diferentes formas para encadernar o livro. Ela fez uma palestra sobre as diversas formas de ilustração e encadernação, apresentando vasto material. Chamou a atenção para outras formas de diagramação de um texto além das diferentes técnicas de ilustração, tópico que mais despertou interesse na sua apresentação. Ela falou também sobre a ficha técnica, onde devem constar os nomes de todas as pessoas que participaram da confecção do livro.

Foi definida a ficha técnica do livro a qual deveria conter várias informações:

Editora – a pessoa que acreditou num trabalho bonito e bem feito, no nosso caso, a professora.
Produtor – a pessoa que trabalhou na execução do livro; aqui houve um impasse porque as crianças sentiram-se também produtoras.
Coordenadora editorial – quem incrementou o trabalho com novas idéias e formas de realizá-lo.
Revisor – a pessoa que, depois do livro montado, lê e descobre palavras que estão erradas e devem ser corrigidas antes de ser impresso.
Impressão – a identificação do local onde a impressão foi feita, quando deixou de ser uma idéia para se transformar em livro.
As ilustrações foram criadas pela crianças no programa Paint Brush. Estas ilustrações foram feitas para cada uma das brincadeiras pesquisadas redigidas pelas próprias crianças.

A seguir, serão transcritas algumas brincadeiras:

Estátua

Em roda, os participantes vão cantando de mãos dadas:
“A casinha da vovó,

cercadinha de cipó,

o café tá demorando,

com certeza não tem pó!

Brasil! 2000!

Quem mexer saiu!”

Todos viram estátua e não vale rir, nem piscar, nem mexer, nem coçar!




Batata Quente

Não tem time. Passamos a bola, ou outro objeto, para um colega enquanto todos cantam:

__ Batata que passa quente, batata que já passou, quem ficar com a batata, coitadinho se queimou!

Quem estiver com a bola quando for dito “queimou” , sai da roda.

Tico-tico fuzilado

Cada criança terá uma latinha. De um lado, ficarão as crianças, uma ao lado da outra. Do outro, as latinhas. Cada criança deverá jogar a bolinha (de tênis ou de meia), tentando acertar uma das latinhas enfileiradas. O dono daquela que for atingida, deverá pegá-la antes que os outros participantes joguem a bola novamente. Se ele não conseguir, será “fuzilado”: fica de pé e escolhe um lugar do seu corpo para que o colega jogue a bolinha e acerte o local escolhido. Quem for “fuzilado” três vezes sai da brincadeira.

Pique estátua

Escolher uma pessoa para ser o pegador. Todas as outras crianças começam a correr. Se o pegador encostar em alguma criança, ela vira estátua. Outro colega terá que encostar nela para salvá-la e, aí, ela poderá correr novamente.

Jogo dos pontinhos

Em uma folha toda pontilhada, você deve ligar um ponto ao outro com linhas, até formar um quadrado. Um jogador de cada vez. Ganha quem conseguir fechar mais quadrados.

Elefantinho colorido

As pessoas ficam em roda. Um menino ou menina fala:

__ Elefante colorido!

Os outros perguntam:

__ De que cor ele é?

A criança escolhe uma cor e as pessoas têm que tocar em alguma coisa que tenha essa cor. Se alguém não achar a cor, o “elefantinho” pode pegá-lo.

Mãe da rua

Uma pessoa fica no meio. As outras ficam dos lados. Elas têm de atravessar a rua correndo para a mãe da rua não pegá-los. Se ela pegar uma criança, esta vira a mãe da rua, e vai começar tudo de novo.

Cinco Marias

São cinco saquinhos cheios de areia ou cinco pedrinhas. Jogar um saquinho para cima e tentar pegar aqueles que estão no chão antes que o saquinho jogado para cima caia. Você pode criar etapas e ir vencendo-as, como na amarelinha.

Carrinho de mão

São dois times. Marcar uma linha de saída e outra de chegada. O carrinho é formado por um par de crianças. A da frente põe as mãos no chão e a de trás segura os pés da primeira. Andando com as mãos no chão, ela tentará chegar primeiro até a linha marcada.

Alfândega

Uma pessoa escolhe uma regra tipo: “só passa se for uma coisa que voa”. Se falar boi, não passa. Quem fez a regra sempre passa e fala se os outros passam ou não passam. O objetivo é descobrir a regra.

Peixinho e tubarão

São dois times – um de peixinhos, outro de tubarões. Quando tocar uma música ou apito baixinho, os peixinhos saem para passear. Quando a música for forte, os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo para sua casa. O peixinho que for pego por um tubarão vira tubarão também.

Pare-bola

Nós pegamos uma bola, fazemos uma roda e passamos a bola uns para os outros. Quando alguém deixar a bola cair, todos deverão correr. Quem deixou cair, pega a bola e grita:

__ Parebola!

Com a bola na mão, ela poderá dar, no máximo, três passos. Quando terminar de andar, terá que parar e tentar “queimar” um dos jogadores – se ele não agarrar a bola estará queimado.

Vamos formar grupos?

As crianças, em roda, vão girando e cantando. A um sinal – apito ou palma – a professora mostra um cartão com um número e elas terão que se organizar em grupos. Vamos supor que a professora mostrou o número 7. Aí, todos têm que se juntar em grupos de 7 e depois voltar para a roda.

Rouba-bandeira

São dois times. Cada um tem um campo e uma bandeira em seu grupo. O objetivo do jogo é roubar a bandeira do outro time, sem ser pego. Se você for pego no campo do adversário, fica “colado” até outro jogador da sua equipe te “descolar”. Ganha o time que conseguir roubar a bandeira primeiro.

Jogo dos 5

Separe as cartas do baralho do ás até o 5. Embaralhe bem as cartas. Cada jogador ganhará três cartas e as restantes ficarão no monte da mesa. O jogo rodará no sentido anti-horário. A cada vez que jogar, você deverá pegar uma carta no monte e tentar fazer com elas sempre um total de 5. Vence o jogador que conseguir formar um número maior de grupos de 5. Vale inventar o jogo do 6, do 7, do 8, do 9 e do 10. É só ir acrescentando mais cartas.

Ceguinho

Uma criança fica no centro da roda com os olhos fechados. A roda gira, com todos cantando “Pai Francisco”. Quando o “ceguinho” bater palmas, todos param e ele caminha para a frente até tocar em algum colega e descobrir em quem tocou.







Senhor caçador

Os participantes sentam-se em roda e um deles será o caçador, que ficará com os olhos vendados. Os outros cantam:

“Senhor caçador,

preste bem atenção!

Não vá se enganar,

Quando o galo cantar!

Canta, galo!”

Um dos participantes da roda imitará a voz do galo e o caçador terá que descobrir quem é o galo.

Coelhinho sai da toca

Não tem time. Desenha-se no chão uma toca a menos que a quantidade de participantes. Cada coelho ficará dentro de uma toca, exceto um. O sem-toca dará os comandos:

__ O coelhinho vai escovar os dentes (não vale sair da toca, porque escovamos os dentes dentro de casa).

__ Coelhinho vai comprar pão (tem que trocar de toca).

O coelho sem toca vai tentar ocupar uma toca vazia e o dono dela ficará sem toca.

E ainda...

Brinquedos foram confeccionados pelas crianças, na maioria das vezes utilizando materiais da natureza ou sucatas. Serviram para a brincadeira individual, como a pipa e as rodas (pneus velhos que são rolados pela rua). Mas isto não aconteceu com as bolas de meia confeccionadas. As crianças trouxeram meias velhas e, divididas em grupo, confeccionaram as bolas de meia usando muita força e muita cooperação. Elas foram usadas no recreio divertindo não só as crianças da nossa turma, como também os outros colegas que brincam conosco, de uma forma bastante entrosada.

Houve, também, um Sarau de Poesia quando as crianças apresentaram “A bola de meia”, de Ângela Leite de Souza, com dramatização. Em seguida, cantaram a música “Bola de meia”, da autoria de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Cada criança escolheu um brinquedo que tinha em casa, do qual, apesar de completo, não gostava mais. Então, fez um anúncio, para dispor dele. Os colegas leram o anúncio e, na sexta-feira, houve a feirinha de troca.

Avaliando

A professora avaliou este trabalho de forma muito positiva. Foi possível ver essas brincadeiras acontecerem de forma espontânea, no recreio, envolvendo um grande número de crianças. Nesses momentos, elas mostram-se mais tranqüilas e alegres, entrosando-se também, com as crianças maiores. Percebeu, no entanto, que alguns passos foram dados no escuro e fez algumas observações:

Iniciar o dia com este trabalho deixava as crianças eufóricas e era difícil retomar a concentração necessária para outras atividades. O ideal seria terminar o dia com ele.
Definir o tempo com mais exatidão. Apesar de defini-lo inicialmente, vendo a empolgação e o envolvimento das crianças, não queria interromper. Percebo hoje que esta firmeza, apesar de aborrecê-las bastante, define regras e direciona melhor o trabalho.
Questiono o ritmo do trabalho no seu período inicial; um menor número de atividades xerocadas possibilitaria mais momentos de brincadeiras, favorecendo a participação dos mais tímidos e acalmando os mais agitados.
Bibliografia:

ABRAMOVICH, F. Brincando de antigamente. Belo Horizonte: Formato, 1966.
ADELSIN. Barangandão arco-iris. Belo Horizonte, 1997.
ARAÚJO, AM. Danças, recreação e música. São Paulo: Melhoramentos. v.II.
MELO, V. Folclore infantil. São Paulo: Itatiaia

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